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Área de pesquisa da Jotabasso auxilia no desenvolvimento de novas cultivares

A produtividade da soja no Brasil cresceu significativamente nos últimos anos e grande parte desse aumento deve-se ao melhoramento genético das cultivares. Esse crescimento é uma realidade graças ao trabalho científico e técnico de muitos profissionais e empresas que, ao longo dos anos, vêm sendo aperfeiçoado e colocado em prática, trabalho no qual a Sementes Jotabasso acredita desde seu nascimento.

Antes de chegar ao mercado, essas novas cultivares precisam passar por um verdadeiro campo de testes onde é avaliada toda a performance e desempenho de novos produtos. Além do aprimoramento genético, que permite o cultivo de várias culturas em regiões distintas, é preciso atenção também com o manejo das sementes até que cheguem novamente ao solo.

Pesquisa na Jotabasso

Nesse processo, a Sementes Jotabasso disponibiliza áreas em sua propriedade para pesquisas e desenvolvimento de cultivares de cerca de 10 empresas obtentoras parcerias, conforme explica o engenheiro agrônomo da unidade de Ponta Porã, Edmar Dantas. “Na unidade da Jotabasso de Ponta Porã temos uma área de pesquisa de 42 hectares, onde abrimos espaço para as empresas parceiras testar seus materiais em linha de pesquisa e materiais que já estão no mercado”, contextualiza.

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), por exemplo, uma das parceiras, desenvolve um projeto chamado VCU (Valor de Cultivo). “Nesse trabalho, antes das cultivares serem lançadas, elas são testadas em vários ambientes, e um dos ambientes é aqui na fazenda da Jotabasso”, explica o agrônomo.

Parceria com o produtor

Na Jotabasso são experimentadas cultivares que ainda serão lançadas no mercado. “Testamos, por exemplo, as cultivares com novas tecnologias com tolerância a percevejo, onde temos ela a nível de campo e trazemos produtores para olhar in loco como se comporta o material na região. Tudo isso é feito lado a lado com os produtores, os assistentes técnicos também levam o material para a fazenda do produtor para testar. Todo esse trabalho é feito sob coordenação da Fundação Meridional”, acrescenta Dantas.

Neste ano, diversos lançamentos foram apresentados pela Jotabasso, sendo duas novas tecnologias: de tolerância à ferrugem e ao percevejo. “São duas cultivares que já foram lançadas, já estão no mercado e a Jotabasso produz essas cultivares”, finaliza Dantas.

Dentro das fazendas da Sementes Jotabasso é feito, inclusive, um escalonamento do plantio todos os anos para garantir a obtenção de sementes de alta performance. Desta forma, apenas 40% dos mais de 20 mil hectares plantados na fazenda são convertidas em sementes destinadas à comercialização. Segundo Dantas, isso aumenta o padrão de qualidade dos produtos ofertados pela Jotabasso ao mercado.

 

 

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