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Confira o que a Jotabasso prepara para a safra 2019/20

 

No Brasil, a soja é a principal cultura em extensão de área e volume de produção. Na safra passada, o país colheu 116 milhões de toneladas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Nos EUA, maior produtor mundial, a safra foi de 119,518 milhões de toneladas.

Estudos realizados pela Conab indicam que, nas últimas quatro décadas, o incremento da produtividade foi determinante para o avanço da produção de grãos no país, embora o rendimento médio apresentasse crescimento menor comparado com a evolução da área nas duas últimas décadas. Essa expansão de área foi praticamente multiplicada por dez durante o período, enquanto a produtividade aumentou apenas cerca de 50%.

O levantamento realizado pelos técnicos da Conab reforça a necessidade de que pesquisadores, produtores e consultores atuem conjuntamente para identificar soluções que colaboram para a expressão da produtividade da soja em todo o seu potencial. Ou seja, produzir mais sem precisar expandir a área.

Ainda não existe uma projeção definitiva sobre o volume da safra 2018/19, mas os institutos de pesquisas são unânimes ao confirmar que as irregularidades das chuvas vão prejudicar o resultado da safra, sobretudo na região centro-oeste do país.

No Brasil, o efeito da variabilidade climática sobre a produtividade da soja é bastante evidente. Segundo o agrônomo e pesquisador Paulo César Sentelhas, algumas ações que maximizem a produtividade são requeridas de modo a minimizar os impactos do déficit hídricos na produtividade de soja.

Entre essas ações, a escolha de datas de semeadura com menor risco climático, conforme recomendação do zoneamento de risco climático do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), a seleção de cultivares mais bem adaptadas à região, especialmente em relação às de maior tolerância à seca, e investimento em ações de manejo do solo (química, física e biológica) para aumentar o perfil de exploração do sistema radicular, de modo a aumentar a água disponível para as plantas, são algumas da atitudes que permitirão aos agricultores brasileiros atingirem novos patamares de produtividade.

Os quatro atributos da qualidade de sementes

A semente deve ter quatro atributos para ter qualidade: qualidade genética, física, fisiológica e sanitária, e frente às instabilidades climáticas, os produtores buscam cada vez mais qualidade e segurança na hora de investir na lavoura.

A produção de sementes de soja com qualidade é um desafio constante que exige planejamento e adoção de rigoroso controle de qualidade em todas as etapas do processo, desde a produção, passando pela colheita, pós-colheita, armazenagem e distribuição. Isso é obtido com equipes devidamente qualificadas, treinadas e comprometidas, além de uma infraestrutura moderna e adequada.

Referência na comercialização de sementes, a Jotabasso vem contribuindo ao longo dos anos para o desenvolvimento do setor, principalmente no Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul, grandes regiões produtoras de soja no país. A empresa, que investe na produção de sementes desde 1980, também iniciou, nessa mesma época, os investimentos em laboratórios, pesquisa e desenvolvimento, além do aumento da planta industrial para produção e armazenamento.

Grande parte dos avanços atingidos em produtividade nas lavouras Brasil a fora estão ligados aos avanços também na qualidade da semente proporcionado pelos programas de melhoramento, que desenvolvem cultivares adaptadas a cada região.

Visando acompanhar a inovação tecnológica no setor de sementes, a Jotabasso foi uma das pioneiras no estado a estabelecer parcerias com empresas de genética. Hoje, trabalha com marcas reconhecidas como GDM, Brasmax, Embrapa, Monsoy e Soytech.

Todo o rigoroso e minucioso processo de multiplicação de sementes nas Fazendas da empresa Jotabasso é desenvolvido para que as sementes apresentem alta qualidade genética, física, fisiológica e sanitária. Se o agricultor usar sementes com estas características, a chance de se obter altas produtividades aumenta consideravelmente. Além disso, toda semente ofertada pela Jotabasso ao mercado passa por rígidos controles de qualidade.

Referência na comercialização de sementes na região Centro-Oeste, a Jotabasso contribui para que os estados sejam autossuficientes na produção de sementes, prestando todo o atendimento e tecnologia necessária para que não seja preciso importar sementes. Exemplo disso foi o crescimento de cerca de 20% em seu volume de comercialização na safra 2018/19.

“Contamos atualmente com um dos melhores portfólios para o MT e MS, cultivares que tiveram excelente performance aos estresses climáticos”, destaca o diretor-superintendente da Sementes Jotabasso, Airton Francisco de Jesus.

Lançamento de Novas Variedades

A necessidade de estar sempre evoluindo e desenvolvendo novos produtos que atendam às necessidades do produtor é um dos principais compromissos da Jotabasso Sementes.

Por isso, a empresa prepara novos lançamentos de cultivares para apresentar ao mercado. Para os produtores da região do Mato Grosso serão apresentadas as variedades Soytec ST 777 e, para o Mato Grosso do Sul, as cultivares 66i68 RSF IPRO, 65I65 RSF IPRO (compacta) e 64I61 RSF IPRO (fibra).

“O objetivo é crescer cerca de 30% na próxima safra. Temos sementes, temos lançamentos de variedades que tiveram uma excelente performance no ano. Tudo isso graças ao bom planejamento que a empresa faz anualmente com foco no que será produzido e na avaliação do mercado dentro das fazendas”, acrescenta o diretor.

Além dos lançamentos, a Jotabasso conta com portfólio de todas tecnologias disponíveis no mercado de soja, com as cultivares Convencional, RR e Intacta, além de fornecer sementes com a opção de tratamento industrial e inoculantes longa vida.

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